A segunda parte do relatório é dividida em onze capítulos temáticos. Para quem conhece a Ecologia Industrial e uma de suas técnicas, a Avaliação de Ciclo de Vida (ACV), os impactos sobre a saúde levantados pela EEA estão condizentes com aspectos relacionados à ACV. Produtos químicos e os efeitos da exposição prolongada sobre a saúde, os impactos dos farmacêuticos sobre o sistema endócrino, , a necessidade de uma “química verde”, a poluição do ar externo (com particulados, ozônio, SO2, NO2), a poluição do ar em interiores (exposição a contaminantes, particulados, poeira, agentes biológicos), radiação, acesso à água de qualidade, que vem sendo comprometida pela presença de pesticidas, farmacêuticos e cosméticos, inclusive com potenciais substâncias com impacto sobre o sistema endócrino de humanos e animais. O barulho, os campos eletromagnéticos, a radiação ultravioleta, a nanotecnologia, os espaços verdes e o ambiente natural e as mudanças climáticas são outros aspectos apontados no estudo com relevância nas relações entre ambiente e saúde.